Teatro Maria Matos e as incoerências do PS na política cultural de Lisboa

Teatro Maria Matos: mais um episódio do desnorte cultural da Vereadora Vaz Pinto

No debate da atualidade sobre o Teatro Maria Matos, o deputado municipal Diogo Moura relembrou a ausência de uma estratégia cultural clara para Lisboa, desde logo pela duplicação de estruturas e recursos entre a CML, EGEAC e ATL, que tem contribuído para o esvaziamento do Pelouro.

No caso do Maria Matos e não tendo os centristas uma posição contra a concessão a companhias, é de lamentar que a vereadora Catarina Vaz Pinto afirme que a “decisão está tomada” através de um jornal (acompanhada por Fernando Medina nesta tese), relegando a discussão com os eleitos e com a comunidade cultural que, em poucos dias, recolheu mais de 2500 assinaturas numa petição que defende a gestão pública do MM.

“Processo nebuloso, confuso e atabalhoado para um Teatro tão marcante como o MM”, diz o líder da bancada centrista.

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